Conheça as propostas da chapa 2 – Renova Andes

Lutar contra o golpe iniciado em 2016, integrando plenamente as ações para derrotá-lo, para que se restabeleça a democracia no Brasil.

– Defender autonomia universitária, a atividade docente, científica e acadêmica, atacada numa série de instituições, com casos notórios na UnB, UFSC, UNICAMP e UFMG, Unesp, e de projetos como Escola sem Partido.

– Enfrentar as medidas de exceção implementadas pelo Governo do golpe e pelo Judiciário e Legislativo, em particular contra a entrega do Pré-Sal às multinacionais.

– Denunciar e lutar contra a Intervenção Militar no RJ e todas as ações de exceção desencadeada a partir dela contra o povo trabalhador, o povo negro e os jovens.

– Favorecer o reatamento do ANDES-SN com a ação unitária ao lado das organizações representativas e majoritárias do movimento sindical, popular e da juventude contra as contrarreformas de Temer, em particular contra a reforma da Previdência, mantendo o alerta: “se botar pra votar, o Brasil vai parar!”

– Lutar pela revogação da reforma trabalhista e da lei da terceirização universal, da Emenda Constitucional 95, e as demais medidas dos golpistas.

– Fortalecer iniciativas comuns de defesa da educação e do Ensino Superior, como a Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE), o Conhecimento sem Cortes e a Marcha pela Ciência.

– Concentrar esforços na realização de uma verdadeira campanha salarial dos Setores, discutindo índices objetivos de reajuste e avançando nas demandas com uma pauta de reivindicações concretas e imediatas.

– Dar início a uma campanha nacional em defesa das Universidades Estaduais, submetidas a um processo galopante de desmonte, como a UERJ, a UERN, a UEPB e as estaduais paranaenses.

– Enfrentar o FUNPRESP e seus congêneres estaduais, na perspectiva da defesa da previdência, assistência e saúde públicas, em regime de solidariedade entre as gerações.

– Combater para que os direitos à progressão funcional, à licença para formação continuada e licença prêmio sejam garantidas.

– Lutar para corrigir as injustiças cometidas com os aposentados e aposentadas quando da reestruturação da carreira e no cálculo dos índices salariais, retomando a organização desse setor.

– Avançar na luta pelas demandas específicas dos setores sociais minoritários oprimidos, como a comunidade LGBT+, bem como das/dos historicamente submetidas/dos a um sistema de exploração ainda mais profundo, como as mulheres e o povo negro.

– Responder às demandas específicas da categoria nos Institutos Federais, onde o ANDES-SN os representa, nos Colégios de Aplicação e instituições correlatas.

– Realizar um encontro nacional dos e das docentes do EBTT – Ensino Básico, Técnico e Tecnológico – com vistas a discutir questões como Reforma do Ensino Médio, Escola sem Partido, Reconhecimento de Saberes e Competências e Carreira.

– Abrir nas instâncias do Sindicato Nacional (Diretoria, Congresso, Conselho do Andes-SN) e das Seções Sindicais um amplo debate sobre o funcionamento e a metodologia destas instâncias, no sentido de superar o que hoje se constitui como um verdadeiro filtro à participação da base.

– Construir efetivamente a luta unitária em defesa de orçamentos, salários, carreiras, condições de trabalho, de formação, de assistência estudantil, previdência, concurso público, em unidade com outros coletivos que congregam profissionais da educação, sem restrições.

– Fortalecer a luta unitária ao lado dos demais servidores e servidoras federais e estaduais, consolidando os fóruns unitários já existentes, ou criando-os onde ainda não existem.

– Discutir, via seções sindicais e em cada Instituição de Ensino o papel dos Planos Individuais de Trabalho e similares, combatendo seu caráter produtivista e pautando alternativas a esse tipo de controle autoritário da atividade docente.

– Realizar um balanço democrático destes mais de 10 anos de filiação do ANDES-SN à CSP-Conlutas, filiação que se mostrou um obstáculo no momento da luta contra o golpe.

– Fortalecer as Secretarias Regionais no seu papel de articuladoras das seções sindicais e reafirmar a aproximação efetiva com a base.

– Afirmar a necessidade da unificação dos trabalhadores e das trabalhadoras docentes, lutando para recuperar para o ANDES-SN os setores que dele se afastaram nos últimos anos, seja pela vontade divisionista de segmentos como o PROIFES, seja em função da política da atual direção, baseada na ideia de um “sindicato dos lutadores” (senha para a implantação de um regime de pensamento único no sindicato).

– Reativar a vida cultural do Sindicato Nacional, em relação às manifestações artísticas de nosso povo e em conjunto com as seções sindicais.

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Um comentário

  1. […] Já a chapa 2 – Renova ANDES – se coloca no pleito argumentando a necessidade de renovar o sindicato, torná-lo “mais democrático”, colocá-lo no sentido da luta contra o golpe e debater sua filiação a Central Sindical e Popular – CSP/CONLUTAS. A chapa, composta por setores ligados ao Partido dos Trabalhadores, propõe sua filiação a Central Única dos Trabalhadores – CUT -, que é dirigida pelo partido. Como pode ser visto em seu programa: […]

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