Avaliação do congresso do Andes: greve e mobilizações dia 15 de março

Avaliação do RENOVA sobre o congresso do Andes: greve e mobilizações dia 15 de março

O 36º Congresso do ANDES-SN que ocorreu em Cuiabá (MT) em janeiro desse ano teve como questões centrais a necessidade de construção da unidade para o enfrentamento ao ajuste fiscal (EC95), às contrarreformas Trabalhista e da Previdência e pelo Fora Temer.

Uma das surpresas positivas do Congresso foi a consolidação do Fórum Renova ANDES – um amplo campo de professores e professoras que busca construir uma  orientação distinta da atual diretoria do Andes-SN a partir da proposição de ampla unidade pelas reivindicações e em defesa das univesidades. O Renova Andes se apresentou como uma força capaz de colaborar para que o sindicato nacional busque a formação de uma ampla frente de resistência com outros sindicatos e centrais sindicais com vistas a impedir a onda conservadora e reacionária que se instituiu no congresso nacional e  governo federal.

Foi a partir de proposta do Renova Andes que a plenária aprovou a adesão do ANDES-SN à paralisação prevista para o dia 15 de março: TODOS E TODAS CONTRA AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA, FORA TEMER!
O dia 15 de março foi aprovado em congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) como data de Greve Geral da Educação que deve servir para incentivar e impulsionar outras categorias a se unirem na luta contra a ofensiva ultraliberal de Temer. A data também já foi aprovada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE) e pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Esse dia pode ser um importante passo para a construção da greve geral.
Também  foi aprovado no calendário manifestações em todo o país para marcar o dia 08 de março como Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.

Ainda foram aprovados no Congresso do ANDES-SN a necessidade da reestruturação da carreira docente das universidades federais. Um dos fatores negativos do Congresso foi a ausência de uma determinação sobre o índice de reajuste para os salários dos docentes das universidades federais. Da mesma forma pouco espaço foi dado para se construir uma mobilização em defesa das universidades estaduais e municipais diretamente ameaças pela onda privatizadora imposta pelos ajustes neoliberais. A defesa da UERJ e outras universidades estaduais ameaçadas foi um dos pontos fortes das discussões.

Agora precisamos reunir a categoria, mobilizar nossas seções sindicais e fazer do dia 15 de março um marco para barrar os planos de Temer e reforçar a perspectiva da greve geral.

TODOS E TODAS CONTRA AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA, FORA TEMER! Fórum Renova Andes

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